Manoela Alcântara

Ministro está em Brasília, onde se recupera de uma lesão no braço. Por ter 70 anos, ele não é obrigado a votar nem a justificar a ausência

Giovanna Estrela, Manoela Alcântara

25/10/2026 13:26

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes não votará neste domingo (25/10), no segundo turno das eleições. O magistrado se recupera de uma lesão no braço, em Brasília (DF), e não deve se deslocar até seu local de votação.
Gilmar Mendes tem domicílio eleitoral em Diamantino (MT), onde votou no primeiro turno, em 4 de outubro.
O ministro não precisará justificar a ausência à Justiça Eleitoral. Ele tem mais de 70 anos, idade a partir da qual o voto é facultativo no Brasil. Por isso, pode deixar de votar sem apresentar justificativa ou pagar multa.
Ministros do STF votam neste domingo
Ministros do STF compareceram às urnas neste domingo, durante o segundo turno das eleições. Entre os magistrados que votaram estão Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Cármen Lúcia e André Mendonça.
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Alexandre de Moraes votou por volta das 8h, no Colégio Madre Alix, em São Paulo. Após registrar o voto, o ministro elogiou o processo eleitoral brasileiro e destacou a tranquilidade e a transparência da votação.
Em Brasília, Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou na região do Lago Sul. O ministro afirmou esperar que a eleição transcorresse em paz e dentro da normalidade. André Mendonça, vice-presidente do TSE, também votou na capital federal, em uma escola na região da Octogonal. Ele ressaltou a importância do pleito para a história do país.
A ministra Cármen Lúcia votou em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Na ocasião, ela destacou o papel da Justiça Eleitoral e a importância da participação dos eleitores no processo democrático.
Também registraram seus votos Cristiano Zanin e Edson Fachin, presidente do STF. Zanin compareceu a uma seção eleitoral no Lago Sul, em Brasília, por volta das 10h10. Fachin votou na Asa Sul, na mesma cidade, por volta das 11h, e defendeu o respeito às escolhas feitas pelos eleitores nas urnas.

