A empregabilidade entre estudantes recém-formados é maior em Medicina (95,3%), Engenharia (89,4%) e Negócios e Administração (86%), segundo dados do IASE 2026, levantamento feito pela ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior) e pela Symplicity. A pesquisa avaliou os estudantes que estavam atuando no mercado profissional até 15 meses depois de formados.Na sequência estão Agricultura, Silvicultura, Pesca e Veterinária (85,6%); Saúde e Bem-Estar (85,1%); Ciências Sociais, Comunicação e Informação (84,5%); Direito (83,9%); Computação e TIC (83,2%); Educação (81,7%); Ciências Naturais, Matemática e Estatística (81,6%); Artes e Humanidades (75,0%); e Serviços (72,5%).A média salarial também muda de acordo com o curso: quem lidera é Medicina com R$ 11.071. Entre as demais áreas, Engenharia, Produção e Construção se destacam, com R$ 6.639, seguidas por Computação e TIC (R$ 6.226); Negócios e Administração (R$ 6.043); e Agricultura, Silvicultura, Pesca e Veterinária (R$ 5.707).Nas demais áreas, a renda média é de R$ 4.902 em Direito; R$ 4.761 em Ciências Sociais, Comunicação e Informação; R$ 4.527 em Ciências Naturais, Matemática e Estatística; R$ 4.398 em Saúde e Bem-Estar; R$ 4.124 em Educação; R$ 4.094 em Artes e Humanidades; e R$ 3.271 em Serviços.Para o gerente nacional da Symplicity, Gabriel Custódio, “quando conseguimos olhar para empregabilidade e renda por área de formação, o dado deixa de ser apenas um retrato geral e passa a oferecer informações mais qualificadas sobre a trajetória dos egressos”. “Esse detalhamento ajuda as instituições a compreender melhor os diferentes mercados profissionais, acompanhar seus resultados e direcionar ações de carreira de forma mais estratégica”, afirma. Os resultados também mudam em relação à formação e posição de trabalho. Entre os que informaram sua situação na matrícula, 25,1% atuavam, durante a graduação, na área em que estavam se qualificando. Concluído o curso superior, esse percentual saltou para 67,6%. Entre os entrevistados, outros 9,4% atuam profissionalmente em outro segmento por escolha própria.“A atuação na área de formação passou de 65,8% na edição anterior para 67,2% em 2026. No sentido oposto, caiu o percentual daqueles que trabalham fora da área por falta de oportunidade. Em 2025, eram 10,4% dos participantes. No levantamento deste ano, o índice recuou para 8,6%”, diz a pesquisa. Somados os profissionais que trabalham na área de formação e aqueles que escolheram seguir carreira em outro segmento, 76,6% dos participantes apresentam uma trajetória profissional alinhada à escolha de atuação.Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp








