A ex-presidente do Chile Michelle Bachelet anunciou, neste sábado (19/9), a retirada da sua candidatura para assumir a Secretaria-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A candidatura de Bachelet era costurada pelo Brasil e pelo México para suceder o português António Guterres, que está no posto desde 2017. Leia também BrasilLula deve discutir com Trump indicação de Bachelet para chefia da ONU BrasilApós Chile recuar, Lula reafirma apoio a Bachelet para chefia na ONU Em comunicado enviado à ONU e ao qual o Metrópoles teve acesso, Michelle Bachelet informa a retirada de sua candidatura e reforça a necessidade de que o próximo secretário-geral da ONU seja uma liderança feminina da América Latina.“Continuo acreditando que as Nações Unidas precisam e merecem ser lideradas por uma mulher. Apoio firmemente que o cargo de Secretário-Geral, 80 anos após a criação da organização, seja ocupado por uma mulher da América Latina. Nossa região possui a experiência e os valores para liderar esta instituição; por isso, espero que esse momento chegue”, declarou.Em anuncio publicado nas redes sociais, agradeceu o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da presidente do Méxic0, Cláudia Sheinbaum, durante a jornada.“Sou especialmente grato ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e à presidente do México, Claudia Sheinbaum, que apoiaram esta candidatura desde o primeiro dia com generosidade e convicção. Também quero agradecer ao povo do Chile e aos cidadãos de todo o mundo que expressaram seu carinho e apoio”, disse ela.A candidatura de Bachelet perdeu força durante as votações informações realizadas pelo Conselho de Segurança da ONU — órgão que vota pelo próximo secretário-geral da organização. Entre os candidatos, a economista e ex-vice-presidente da Costa Rica, Rebeca Grynspan, aparece com favoritismo.







